E então, não se sabe
nem o que resta
ou o que havia antes
e tampouco depois
a sua rosa tarde já desbotou
mergulhada na indiferença
das memórias do que poderia ter sido
e não foi,
nem nunca será!
agora todo aquele vermelho escorre pelo ralo...
mas de nada importa
o sol volta todas as manhãs
e havia lua, mesmo sem você.
todas as noites são minhas
e são estreladas
e a estrela que me falta
desculpa, não é a sua.
Segunda-feira, 9 de Julho de 2007
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