As madrugadas são labirintos quando os sonhos reservam perigos e o pesadelo do acordar no dia seguinte.
Eu quero, quero me perder!
Sentir a pele suar fria o vazio corrosivo
Que eu vou rir, rir dessa poça suada no chão!
Toda manhã vem doce a realidade envenenando tudo ao redor.
Sua visita no meu sonho, amor, é aquela poça estúpida no chão!
Toda manhã a nostalgia, pesadelo desbotado que você pintou pra mim
Vem a escuridão
E a promessa do labirintos tão distantes, canto de cigano a me assombrar.
Terça-feira, 15 de Maio de 2007
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