sexta-feira, maio 16

moderna poesia pagã

quarta-feira anoitece insensível
pela janela quarto adentro o som de carros de rumos perdidos e ventos alisando a amoreira cansada
o sabiá ainda canta enganado pelo neon meu falso sol
os livros ao redor mentem delírios científicos e eu trago o vício do incenso
suspirando anedotas, bailarinas e caravelas
sementes de insensatez cuspidas no ventre sagrado da terra
um beijo no asfalto e uma flor no meu cabelo.


Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

Um comentário:

Unknown disse...

vc tava meio emo essa época fala serio???

não entendi mto mais blz