A paz não deve estar num grão de areia, em ser invisível, num palavrão ou numa lágrima contida. Não está no álcool, no sexo, nem no beijo ou na inocência.
A paz não odeia, não ama.
Ela sorri, olhando pra dentro, de braços abertos. Oferece brisa amorfa seu espírito silêncio.
Eu tento ouvir, mas às vezes acho que ensurdeci.
E que o poeta que cantava o lirismo e a libertação
devia é não querer saber do resto do mundo inteiro.
Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
Um comentário:
tb devia não querer saber..
q coisa neh!
hahaha
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