Primeiro eu estava pensando numa música da Madonna. Respirei fundo, retoquei a maquiagem e fui.
"Eu não posso mais".
Tecnicamente deveria ser uma conversa rápida, mas a coisa se estendeu por algo como uma hora ou a eternidade. E aí eu não pensava em nada.
piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
o que foi que eu fiz?!
"Agora já era. Levanta a cabeça e sai sem olhar para trás".
E então eu saí, com meus fones e a música alta de sempre. E O SHUFFLE, O REI DA TAL DA "ALEATORIEDADE" MUSICAL, fez com que eu ouvisse as músicas mais depressivas do mundo. Bookends, Killing me softly e Linger, por aí vai.
"Quem mandou você colocar essas canções no seu celular, ó mané?!"
"Eu só queria dizer que este roteiro é dedicado à perfeita obra de Deus, que está aí escrita certa por linhas tortas e a coisa toda. Deus mora nas coincidências. Deus é destino", dizia ela enquanto recebia o Oscar de Melhor Roteiro Original.
2 comentários:
adoro quando os textos são publicados às 12h51. é prova de deus, hahahaha
deus gosta dos strokes.
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